quinta-feira, 14 de julho de 2011

Arroz


O site da Revista Boa Forma publicou uma matéria muito interessante que pode finalmente tirar as suas dúvidas sobre o arroz: engorda ou emagrece??
Tire as suas próprias conclusões baseadas nos tipos de arroz.

A acusação injusta de que o arroz engorda tem induzido muita gente a cortar o grão da dieta. Coincidência ou não, as estatísticas revelam que, nos últimos dez anos, o brasileiro reduziu em 40% o consumo do cereal. Uma pena: nenhum outro alimento combina tão bem com o feijão – o casamento é perfeito porque os aminoácidos de um se unem aos do outro, formando uma proteína completa e ajudando a reparar os músculos. Fonte de carboidrato, o arroz ainda fornece energia, outro combustível importante para o processo de recuperação da musculatura. O segredo para você obter apenas os benefícios desse alimento é fácil de adivinhar: maneirar na porção

Uma pesquisa da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, mostrou que quem tira o arroz da refeição perde um forte aliado da dieta: na versão integral, ele reduz em 27% o risco do aparecimento da gordura abdominal, a mais perigosa para o coração e difícil de ser eliminada. Esse poder, segundo os especialistas, vem dos antioxidantes e das fibras presentes no cereal. As calorias são quase as mesmas nos diferentes tipos: cerca de 165 em uma colher de servir. Não é pouco, mas ainda assim
ajuda a economizar no total da refeição. Por que isso acontece? “Quando colocamos arroz no prato, a tendência é deixarmos de lado outros carboidratos, como macarrão e batata”, diz a nutricionista Solange Brazaca, professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP.

A ideia não é que você coma arroz todo santo dia. Mas mostrar que, se quiser, pode ir em frente – afinal, são mais de 1500 espécies no mundo! A lista disponível por aqui é menor, mas não tanto que dê para cansar o paladar. É só fazer um rodízio entre eles. “Cada tipo de arroz tem um sabor específico e pede acompanhamentos diferentes, deixando o prato colorido e criativo”, orienta o chef de cozinha
Andrew S. Bushee, educador do Culinary Institute of Brazil, em Piracicaba (SP). A concentração de nutrientes também varia. Mais um motivo para você comer um tipo a cada dia.

BRANCO

É o mais consumido em todo o mundo, provavelmente por ser o mais barato e prático de preparar – conhecido como arroz fast food, fica pronto em menos de 15 minutos. Oferece aminoácidos e amido
(carboidrato), mas é pobre em vitaminas e minerais – nutrientes perdidos no processo de refinamento e polimento. Se for impossível trocar de vez pelo integral, procure sempre combiná-lo com feijão ou verduras – as fibras desses alimentos ajudam a reduzir o índice glicêmico do arroz
polido e reduzem o risco de ele engordar.

Segredos de preparo: use uma panela antiaderente e aqueça bem. Refogue a cebola com pouco óleo
e acrescente o arroz lavado e escorrido. Refogue até secar sem parar de mexer e só então acrescente a água fria ou quente (2 xícaras para uma de arroz) com sal a gosto. Deixe cozinhar em fogo brando. Combina com quase tudo, com exceção de massas.

PARBOILIZADO

nutritivo que o branco, oferece uma porção maior de proteína, vitaminas e minerais, especialmente cálcio. Isso porque o grão é pré-cozido ainda com a casca, o que provoca a migração desses nutrientes para o interior dele. Outra vantagem em relação ao branco: é mais firminho, o que revela a presença de amido resistente, oferecendo menor risco à dieta. E ainda fica mais soltinho depois de pronto.

Segredos de preparo: os mesmos do arroz branco. Vai bem na sopa e com quase todo tipo de acompanhamento.

INTEGRAL

Mantém preservada a película que envolve o grão. Por isso, o arroz integral é rico em vitaminas B1, B6 e B5 – importantes para o sistema nervoso e a saúde dos músculos, das células e do coração. Essas vitaminas também fazem parte do metabolismo do açúcar, da proteína e da gordura. O integral
ainda oferece antioxidantes (selênio, vitamina E) e mais fibras do que qualquer outro tipo – esses
nutrientes promovem saciedade e melhoram o funcionamento do intestino. Percebeu a importância
desse arroz para a dieta? Entre os integrais, os mais conhecidos são o cateto (arredondado), o agulhinha (alongado) e o vermelho. Além de ser o mais macio dos integrais, este último tem ferro, zinco e um componente (monocolina) que ajuda a reduzir o coletesterol ruim.

Segredos de preparo: evite lavar – assim, ele fica mais soltinho e saboroso – e toste sem óleo antes de acrescentar a água fria ou quente (3 xícaras para uma de arroz) com sal a gosto. Na panela normal leva cerca de 40 minutos para ficar pronto.

SELVAGEM

Marrom-escuro por fora e claro e macio por dentro, o grão é classificado e consumido como arroz, mas, na verdade, é uma gramínia originalmente cultivada pelos índios americanos. As propriedades nutricionais são próximas as do integral, com a diferença de ter menos carboidrato. Coloque no prato sem medo de engordar! O sabor é marcante, ficando mais suave se misturado ao arroz branco ou integral.

Segredos de preparo: coloque direto na água fria (2 xícaras para uma de arroz) com sal. Depois de ferver, cozinhe em fogo brando por 40 minutos sem tampar a panela. Pode ser servido quente ou frio, na forma de salada

PRETO

A cor e o sabor acastanhados desse arroz, ainda novidade no mercado brasileiro, dão ao grão um perfil gourmet. Mas vale colocá-lo no prato com frequência, pois contém uma quantidade surpreendente de compostos fenólicos – antioxidantes potentes contra o envelhecimento. Assim como o integral, oferece vitaminas do complexo B e uma boa dose de fibras e de proteína. Ou seja, tem tudo para fazer sucesso no prato de quem está em busca da boa forma.

Segredos de preparo: refogue demoradamente o arroz (sem lavar) com a cebola antes de pôr a água ( 2 1/2 xícaras para uma de arroz) quente com sal. Deixe cozinhar em fogo brando por cerca de 50 minutos. Combina com frutos do mar, peixe e frango. Experimente misturá-lo com arroz branco (preparados separadamente) para deixar o prato mais colorido.

ARBÓREO

De origem italiana, é um grão curto, gordinho e branco. O nome soa ecológico, mas seu perfil nutricional é semelhante ao do arroz branco polido, ou seja, tem mais carboidrato do que proteína. Fibras, vitaminas e minerais também passam longe. Mas é perfeito para o preparo de risoto, pois absorve bem os temperos e, depois de cozido, fica durinho por fora e cremoso por dentro. Para baixar o índice glicêmico do grão, junte uma proteína magra (frango, peixe) e uma fonte de fibras (rúcula, abobrinha) à receita e, claro, dispense a manteiga.

Segredos de preparo: não pode ser lavado e deve ser mexido durante o preparo para soltar o amido, deixando o risoto cremoso. Acrescente a água (ou caldo de legumes, peixe ou carne) quente aos poucos, em quantidade suficiente para o grão ficar al dente.

BASMATI

Variedade indiana, tem grão longo, que fica macio e soltinho depois de cozido, com aroma de nozes e sabor delicado. É perfeito para o preparo de paella, receita típica espanhola, e pratos apimentados, como os indianos. Nas refeições do dia a dia, pode substituir tranquilamente o arroz branco.
Prefira a versão integral – para garantir uma dose maior de proteína e fibras – do que o basmati polido.

Segredos de preparo: no caso do basmati polido, siga o processo do branco. Na versão integral, evite lavar e toste antes de acrescentar a água (2 xícaras para uma de arroz) quente
ou fria com sal. Demora cerca de 40 minutos para ficar pronto

MOTI

É o famoso arroz japonês. Assim como o branco polido, tem mais carboidrato do que proteína e quase nada de fibras, resultando em um grão que dispara os níveis de açúcar no sangue, o que engorda.
Mas esse “defeito” é amenizado quando ele vem acompanhado de peixe e alga – ingredientes do sushi e do temaki. Mesmo assim é bom não exagerar na quantidade. Depois de cozido, o moti também rende uma boa massa para o preparo de bolinho – mas evite, pois é frito.

Segredos de preparo: lave bem, mergulhe na água (2 xícaras para uma de arroz) com sal e deixe ferver. Abaixe o fogo e cozinhe por 15 minutos. Deixe descansar por mais 10 minutos ainda com a panela tampada e pronto.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Cãopanhia


Os pets estão conquistando cada vez mais as pessoas e são uma terapia para muitos...
Acabam fazendo parte da família e se tornam o novo membro, muitas vezes o mais paparicado dentro de casa.
Muitas vezes se tornam os nossos maiores confidentes, pois simplesmente escutam todos os seus problemas com atenção, e até suportam o seu choro, e ainda mantém tudo em segredo, sem que ninguém mais saiba o se passa em sua vida!!!
Muitas vezes precisamos colocar os problemas para fora e desabafar, mas não queremos ninguém se intrometendo em nossos problemas, queremos apenas exteriorizar, sem precisar descontar na comida... e lá está ele, o seu fiel companheiro, que poderá fazer muito mais por você do que a comida, que o deixará ainda pior e se sentindo culpado!!!
Desbafe com o seu companheiro sobre os seus problemas e não desconte na comida!!!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Grandes redes de fast food perdem popularidade nos EUA

O site da Veja publicou uma matéria sobre as redes de fast food nos EUA.
Finalmente as pessoas estão melhores informadas sobre a sua saúde, e podem julgar o que é mais nutritivo e de qualidade. Espero que essa opinião já tenha muitos adeptos no Brasil.

Os hambúrgueres, frango frito e burritos das cadeias de fast food mais populares nos Estados Unidos já não são mais as preferidas dos consumidores, constata uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira.

As redes McDonald's, Burger King, KFC e Taco Bell lideram a lista das cadeias com pior avaliação no primeiro ranking entre as principais empresas de fast food compilado pela organização Consumer Reports.

Apenas 11% dos clientes consultados classificaram como "excelente" essas redes. Entre 15% e 19% dos entrevistados que comeram em uma das lanchonetes mencionadas afirmou que a comida era regular, ruim ou péssima.

"Cadeias como McDonald's e Taco Bell acreditam oferecer um produto de alto valor a baixo preço, mas os consumidores não necessariamente concordam que elas ofereçam muito", assinalou em comunicado Tod Marks, editor sênior de projetos da Consumer Reports.

A pesquisa baseia-se nas respostas de 36.733 entrevistados à pesquisa da Consumer Reports, que fizeram mais de 98 mil visitas a 53 redes de fast-food.

Outras das grandes cadeias que receberam nota relativamente baixa por parte dos consumidores americanos foram Arby's, Quiznos, Domino's e Pizza Hut.

Embora 54% dos entrevistados tenha apontado os baixos preços como um dos principais motivos para escolher uma rede de fast food em particular, apenas 19% se disseram satisfeitos com a qualidade do produto em relação ao preço.

Por outro lado, a pesquisa constatou boas avaliações dos entrevistados entre as redes de fast food nos Estados Unidos. As cadeias In-N-Out Burger, Papa Murphy's e CiCi's Pizza receberam as melhores avaliações na relação entre qualidade e baixo custo.

A avaliação completa das 53 populares cadeias de serviço fast-food incluídas na pesquisa está disponível no site da organização.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Disponibilidade

A vida moderna trouxe muitos avanços e novidades...
Temos mercados 24hs, restaurantes que abrem até de madrugada, embalagens econômicas (que só servem para aumentar o consumo), carro (para não precisar ir até o mercado da esquina e sair com as compras na mão), etc...
Tudo está a favor do nosso conforto, mas acabou nos conduzindo para a obesidade...
Antigamente, os mercados só abriam em horário comercial, e se tivéssemos vontade de comer qualquer coisa de madrugada, não seria fora de casa... tínhamos que esperar o comércio abrir!!!
Uma família inteira, com pais e vários filhos, se sentavam à mesa para fazer uma refeição com apenas 1 litro de Coca-Cola (embalagem de vidro), que era dividido igualmente para todos, e se sentiam satisfeitos!!! Hoje compramos refrigerante de 3 litros (embalagens economicas) que não duram uma refeição em família...
A pipoca do cinema era um saquinho pequeno... hoje, compramos baldes e combos mega, maiores do que um prato de comida!!!
Depois nos sentimos culpados de ter comido exageradamente!!!
A disponibilidade e a vida moderna nos trouxeram muitos confortos, mas esquecemos que são apenas algumas conveniências, e não abusos e estímulos para se comer mais!!!
Antes de pensar em comprar algo maior só porque é mais barato e vem mais, pense bem se realmente isso não vai fazê-lo comer além do que necessita!!!
Queremos ser inteligentes e economizar, mas esquecemos da nossa própria saúde!!!
Será que a sua saúde realmente vale os centavos que você ingere??

terça-feira, 5 de julho de 2011

Refrigerante diet

O site da folha publicou uma matéria a respeito de uma pesquisa sobre as pessoas que consomem refrigerante diet. É bom lembrar, que apesar de não conter calorias, ingerir muito refrigerante acaba dilatando o tamanho do estômago. Então, vale a pena se conscientizar de que nem tudo que pode conter algum benefício, como o de não ter calorias, pode ter outras desvantagens.

Pense duas vezes se você consome refrigerante diet para manter a forma física. Um novo estudo americano apresentado durante uma conferência da Associação Americana de Diabetes diz que a bebida diet está associada ao ganho de peso.

A cintura de quem toma dois ou mais refrigerantes diet por dia pode aumentar seis vezes mais se comparado com os não consumidores. O estudo que vem da Escola de Medicina da Universidade do Texas acompanhou 474 indivíduos durante dez anos.

A conclusão obtida é que quanto mais uma pessoa bebe refrigerante diet, mais ela engorda. A circunferência abdominal, cujo tamanho pode indicar a propensão ou não a doenças cardíacas, também ficou 70% maior.

Uma outra pesquisa apresentada no mesmo evento médico afirma que o aspartame, presente como ingrediente de produtos diet e usado como adoçante, aumentou o nível de acúçar no sangue de camundongos com propensão a diabetes.

Estudos como esses mostram que o refrigerante diet e o aspartame não são tão bons para as saúde quanto a propaganda sugere.

Para a professora de epidemiologia clínica Helen Hazuda, que conduziu o estudo da Universidade do Texas, os consumidores deveriam ser alertados sobre os perigos à saúde ao ingerir esses produtos.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Diet X Light X Zero


Os produtos diet, light e zero causam muita confusão, e muitas vezes, os utilizamos de forma errada.
O programa Bem Estar da Rede Globo produziu uma matéria muito interessante sobre o assunto e ajudou a esclarecer as dúvidas.
Os produtos diet, são produtos sem açúcar, mas que podem ter maiores quantidades de calorias ou sódio do que o convencional. Os produtos diet são destinados especialmente a diabéticos, que têm problema de saúde com a ingestão do açúcar no organismo.
Os produtos Light contém apenas redução de determinados nutrientes, como calorias, gorduras, sódio ou outro nutriente. Basta prestar atenção à descrição na embalagem.
Os produtos Zero têm isenção de algum nutriente.
Normalmente, esses produtos contém uma tabela comparativa de valores nutricionais, que relacionam o produto em questão com o convencional correspondente. Basta prestar atenção às embalagens para checar se o produto pode ajudar no seu emagrecimento.

Açúcar pode viviar como cocaína?

O site da Revista Marie claire publicou uma matéria interessante sobre a ação do açúcar no organismo. Como ele nos afeta em excesso e na sua falta:

Que o açúcar não é bom para a saúde todo mundo já sabe. Mas que ele pode causar transformações cerebrais capazes de tornar seu consumo tão vicioso quanto o da cocaína ou do álcool é novidade.
Pois é isso o que têm defendido alguns especialistas norte-americanos do Brookhaven National Laboratory. De acordo com os pesquisadores do instituto, quando consumido, o açúcar estimula a liberação de dopamina na mesma parte do cérebro que é acionada em viciados em cocaína ao ingerirem ou apenas verem uma porção da droga. Juntando essa informação com a já sabida de que o consumo de guloseimas libera opióides (substâncias produzidas pelo organismo que promovem a sensação de euforia, assim como o ópio), chega-se à conclusão que a ação conjunta da dopamina com o opióide potencializa uma série de reações químicas de tal forma que elas podem acontecer cada vez que a pessoa pensa (só pensa) em comida, mesmo sem estar com fome.
E o açúcar é o principal gatilho dos opióides no cérebro. Quando privado dessa substância, seja ela vinda de drogas ou de doces, o organismo passa a reagir com variações de humor semelhantes às de uma crise de abstinência de um viciado. “Quando estamos infelizes, automaticamente sentimos desejo por algo doce. Sabemos, inconscientemente, que ele irá trazer uma sensação de bem estar. Mas é apenas a curto prazo”, diz o australiano David Gillespie, autor da série de livros "Sweet Poison" (em português, "Doce Veneno"). “Um viciado sente um alívio e um prazer enorme instantaneamente, mas, na realidade, ele está apenas fazendo com que seu corpo aja como deveria agir normalmente. Ou seja, ele não precisaria consumir o açúcar para sentir essa sensação de bem estar se não tivesse acostumado o cérebro a liberar essas substâncias apenas quando o corpo produz insulina. E não se sentiria deprimido quando privado de açúcar”, afirma.
Gillespie defende que nós não precisamos consumir açúcar além do que já vem embutido em certos alimentos, como nas frutas (frutose) e nos carboidratos (glicose). “O açúcar refinado é metade glicose, metade frutose. A glicose é aproveitada pelo nosso corpo como combustível, é o que nos dá energia, já a frutose, por sua vez, é automaticamente convertida em gordura pelo fígado”, diz. “Portanto, quanto maior a quantidade de glicose ingerida, maiores as taxas de açúcar de circulam pela corrente sanguínea, o que pode desenvolver doenças como diabetes do tipo 2, por exemplo.”
A endocrinologista Maria Edna de Melo, da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) acha exagero comparar o vício em açúcar ao vício em cocaína. “Comparo mais aos efeitos do vício em cafeína, que também pode gerar crises de abstinência”, afirma. “Algumas pessoas têm maior predisposição a se viciar em açúcar, mas é a mesma variação genética que está associada ao comportamento compulsivo alimentar.”